CABEÇA DE BACALHAU
CABEÇA DE BACALHAU
De repente, em um momento de alegria e muita descontração, em ambiente refinado, com boa música e muita prosa. A aniversariante, fora indagada em seu niver, pelas parças selecionadas a "dedo". Aborrecentes de outrora, acompanhadas dos também seletos amigos da juventude: Caramelo, Águia Dourada e o destacado Corcel de rabo irrepreensível. Ah! Urso Polar não pôde comparecer, mas mandou sua representante à caráter.
Você pode até não acreditar, mas o belo Opala da saudosa Ellen adentrou o espaço gourmet com os faróis acesos e as lanternas piscando... uma beleza!
Dentro dele, uma renca de loiras bem-humoradas a desfilar nas ruas turvas de paralelepípedos, com pouca iluminação, na prometida cidade de agora.
Como se diria em italiano: Belle Ragazze. Ou à brasileira: um desbunde! rsrs...
Na verdade, não sabemos ao certo o porquê daquela resposta inusitada da anfitriã, em momento de regozijo e muita espontaneidade:
"- Meu marido é igual cabeça de bacalhau: todo mundo sabe que existe, mas ninguém nunca vê."
Ecoou uma gargalhada uníssona!
Brincadeiras à parte, o SARAU foi um espetáculo.
Salatiel Barbosa

A aniversariante no encontro com amigas da velha guarda, na ausência do “cabeça de bacalhau” poderia estar justificando um certo interesse no Opala da saudosa Ellen? Hummm como diria Caetano: “ou não!”
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